Sávio Souza Cruz, candidato a deputado federal por Minas Gerais pelo número 1890, reúne aqui as propostas que vai defender em Brasília. São nove bandeiras, da saúde às cidades, e cada uma tem por trás um trabalho que já pode ser conferido: mais de 30 anos de vida pública como vereador e presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, deputado estadual por seis mandatos e secretário de Estado em quatro pastas.
O que faz um deputado federal, e por que isso importa para Minas
Deputado federal não administra cidade: quem faz isso é o prefeito. A função do mandato é legislar e fiscalizar. Mas é no Congresso que se vota o orçamento da União, se criam os programas federais e se destrava o recurso que chega aos municípios. Por isso as propostas abaixo falam de lei, de orçamento e de fiscalização, que é onde o voto de um deputado federal faz diferença.
Guimarães Rosa escreveu que Minas são muitas. Um mandato federal precisa enxergar todas elas, de Belo Horizonte a cada um dos 853 municípios do estado.
1. Saúde perto de casa, com repasse estável para o SUS
A primeira bandeira é o SUS com dinheiro previsível. Sávio defende repasse federal estável ao sistema, com atenção aos hospitais filantrópicos e municipais que, em muitas regiões de Minas, são o único atendimento num raio de dezenas de quilômetros. Defende também telessaúde de verdade e regulação de leitos e exames com informação em tempo real, para que ninguém pegue estrada atrás de um exame que dava para resolver perto de casa.
O que Sávio já fez: como secretário de Estado de Saúde, enfrentou a epidemia de febre amarela e levou a cobertura vacinal de 47% para 82%, manteve o SUS estadual em funcionamento, enfrentou a judicialização da saúde e atuou contra o monopólio de medicamentos importados. Na Assembleia, é autor da lei que autoriza o Estado a doar às prefeituras as unidades básicas de saúde construídas com incentivo estadual e da lei que garante atendimento prioritário às pessoas com fibromialgia. Veja mais sobre a atuação de Sávio na saúde pública de Minas.
2. Saúde mental com equipe e orçamento o ano inteiro
O Setembro Amarelo chama atenção para o tema, mas quem cuida da saúde mental precisa de estrutura nos outros onze meses. Sávio defende a saúde mental como parte permanente do SUS: emendas para os CAPS e a rede ambulatorial, estímulo às prefeituras para abrir e melhorar o CAPS infantil, remédio gratuito para depressão, ansiedade, insônia e esquizofrenia no SUS e na Farmácia Popular, e salário digno para os profissionais que fazem esse atendimento.
Na mesma bandeira está a proibição das bets. As apostas online entraram no orçamento das famílias e devolvem a conta em dívida e adoecimento.
O que Sávio já fez: comandou a Secretaria de Estado de Saúde e conhece por dentro o que falta na rede. Os compromissos desta bandeira foram assumidos ao lado de quem trabalha na área.
3. Inclusão da pessoa com deficiência
Política para a pessoa com deficiência se faz com a pessoa com deficiência. Sávio defende a redução do Imposto de Renda para quem tem deficiência, ampliando o acesso a bens e serviços essenciais; acessibilidade física, arquitetônica, comunicacional e digital, com braile e audiodescrição, nos espaços públicos e privados; e pessoas com deficiência qualificadas nos cargos de gestão das políticas do setor.
O que Sávio já fez: é autor da Lei 20.825/2013, que reservou vagas de aprendizagem na administração estadual para adolescentes com deficiência.
4. Educação: piso do professor pago de fato
A lei do piso existe; falta cumprimento. Sávio defende o piso pago de fato, com plano de carreira e formação continuada. Defende vaga em creche e escola em tempo integral, porque creche também é política de trabalho: sem ela, tem mãe que não consegue aceitar emprego. E escola conectada de verdade, com sinal em cada escola do campo e professor preparado para usar a tecnologia a favor da aula.
O que Sávio já fez: foi professor no Colégio Santo Antônio e, por 20 anos, na Engenharia da PUC Minas. Na Assembleia, é coautor da Emenda à Constituição 97/2018, que garantiu na Constituição mineira que o vencimento dos professores da educação básica não fique abaixo do piso nacional.
5. Servidor público valorizado é Estado forte
Serviço público de qualidade exige gente suficiente para atender a população. Sávio assume o voto contra a reforma administrativa da PEC 38/2025 e contra qualquer nova reforma da previdência. Defende mais concursos e nomeações, carreira sem travas na promoção, teletrabalho com regra clara e gestão por resultados, e nenhuma mudança de remuneração sem negociação prévia com a categoria, como prevê o PL 1893/2026, que regulamenta a negociação coletiva no serviço público.
No Congresso, o voto do deputado federal alcança diretamente o servidor federal e as regras gerais do serviço público. Para o servidor estadual, o compromisso é de articulação.
O que Sávio já fez: foi secretário de Estado de Administração e Recursos Humanos e, depois, de Planejamento, no governo Itamar Franco, e atravessou a gestão inteira sem uma única greve. Nesta campanha, assinou três compromissos com o funcionalismo: o Pacto pelo Serviço Público, a carta do Movimento Teletrabalho de Minas Gerais e a carta dos servidores do sistema de justiça. Também esteve ao lado dos servidores em defesa do DER-MG.
6. Fiscalização e Justiça que funcionam
Fiscalização sem transparência depende de um parlamentar disposto; transparência sem fiscalização vira planilha que ninguém abre. Sávio propõe acompanhar a aprovação e a execução do orçamento com rigor técnico e tornar legível o que hoje só é acessível a quem tem assessoria para decifrar.
E quem fiscaliza e julga precisa de estrutura. Por isso a bandeira inclui a valorização das carreiras do Ministério Público e da magistratura, para que a Justiça esteja presente em cada comarca, e dos servidores do sistema de justiça, com concurso, carreira e voz no Conselho Nacional de Justiça e no Conselho Nacional do Ministério Público, como propõe a PEC 50/2025.
O que Sávio já fez: foram seis mandatos fiscalizando o orçamento na Assembleia com a cabeça de engenheiro. É coautor da Ficha Limpa Estadual e da emenda que acabou com o voto secreto na Assembleia, e autor da lei que obriga o Estado a divulgar na internet o ICMS arrecadado com a energia elétrica. Foi relator da CPI da Cemig (2021-2022), que investigou contratações sem licitação e a venda de ativos da estatal e pediu providências ao Ministério Público. O relatório final foi aprovado por unanimidade.
A Cemig é a mais importante empresa que o povo mineiro construiu na sua história.
Sávio Souza Cruz, na instalação da CPI da Cemig, em junho de 2021
7. Meio ambiente, água e barragem segura
Barragem se fiscaliza antes, não depois. Sávio defende o monitoramento de barragens e encostas com fiscalização técnica independente, e não com autodeclaração da empresa; licenciamento que analisa de verdade, nem frouxo nem paralisado; saneamento e fim dos lixões em todos os municípios, com consórcio e assistência técnica; e a água tratada como infraestrutura crítica, a começar pelo manancial dos Fechos, em Nova Lima, decisivo para o abastecimento de Belo Horizonte.
O que Sávio já fez: é autor da Política Estadual de Coleta Seletiva e coautor da emenda que colocou a bacia do Rio Grande e o reservatório de Furnas entre as unidades de conservação do Estado. Presidiu a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia e, como secretário de Estado de Meio Ambiente, reestruturou o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o Sisema.
8. Desenvolvimento e emprego: Minas além do minério bruto
Minas não pode seguir mandando minério bruto para gerar emprego em outro lugar. Sávio defende agregar valor e industrializar aqui, com atenção às terras raras e aos insumos da transição energética. Defende energia limpa e barata para o pequeno produtor e a escola pública, ciência com financiamento estável e crédito para o pequeno negócio, que é quem gera emprego em cada cidade de Minas. E cultura popular tratada como economia: Congado, forró e artesanato sustentam famílias.
O que Sávio já fez: engenheiro metalúrgico e ambiental, trabalhou como técnico no CETEC e presidiu a Comissão de Minas e Energia da Assembleia. É coautor da lei do Recomeça Minas, programa de recuperação econômica do Estado, e defende que a Cemig continue sendo dos mineiros.
9. Cidades inteligentes em toda Minas
O PL 976/2021, que cria a Política Nacional de Cidades Inteligentes, exige plano técnico para o município acessar recurso federal, e muita prefeitura não tem corpo técnico para escrevê-lo. Do jeito que está, o recurso tende a ficar com quem já tem estrutura. Sávio defende assistência técnica federal às prefeituras, plano simplificado, consórcio entre municípios e destravar o projeto, que tramita desde 2021 e ainda espera parecer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Cidade inteligente começa no básico: saneamento, drenagem e internet que chegue também à zona rural.
O que Sávio já fez: engenheiro e ex-secretário de Estado de Planejamento, é autor da lei que permite ao Estado adiantar repasses a municípios em emergência ou calamidade e coautor da lei complementar que permitiu aos municípios usar, durante a pandemia, saldos parados de convênios com o Estado e dos fundos municipais de saúde e assistência social.
De Belo Horizonte aos 853 municípios
Sávio começou na política em Belo Horizonte. Foi vereador por dois mandatos e presidente da Câmara Municipal, onde conduziu uma reforma administrativa que cortou cargos de recrutamento amplo e carros oficiais e limitou a despesa dos gabinetes. Na capital, aprovou leis sobre coleta seletiva, destinação de pilhas e baterias e estocagem de pneus.
Na Assembleia, somou mais de 180 leis e emendas constitucionais. Muitas valem para o estado inteiro, como a Coleta Seletiva, a Ficha Limpa Estadual, o piso do professor na Constituição mineira e o adiantamento de repasses a municípios em calamidade. Outras chegam direto a quem vive em BH, como a lei que reconheceu a utilidade pública da Santa Casa de Belo Horizonte. E a proteção do manancial dos Fechos, uma das propostas de meio ambiente, é a garantia de água na torneira da capital.
Foi assim que ele trabalhou a vida toda: da Câmara de BH à Assembleia e ao governo do Estado, sempre olhando para Minas inteira.
No dia 4 de outubro, vote 1890
Essas são as bandeiras que Sávio Souza Cruz vai levar para Brasília. Nenhuma delas começa do zero: cada proposta vem de uma lei aprovada, de uma secretaria que ele comandou ou de um compromisso assinado nesta campanha. Conheça também a trajetória completa e o resumo das propostas na página inicial.
Engenheiro e professor, Sávio Souza Cruz foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, cumpriu seis mandatos como deputado estadual, com mais de 180 leis e emendas constitucionais aprovadas, e comandou quatro Secretarias de Estado em Minas Gerais: Saúde, Meio Ambiente, Planejamento e Recursos Humanos.
Minas são muitas, e todas precisam de quem conhece o caminho em Brasília: no dia 4 de outubro, vote Sávio Souza Cruz, deputado federal, 1890.
