Sávio Souza Cruz e Felixlândia: décadas de trabalho em praças, escolas e ambulâncias

Praças reformadas, sete escolas atendidas, ambulâncias e o poço da Lagoa do Meio: a história de décadas entre Sávio Souza Cruz e Felixlândia.

Tem um letreiro na Praça Padre Félix que diz “Eu amo Felixlândia”. Não é frase de campanha. É o que a cidade escreveu sobre si mesma, no lugar onde ela se encontra todo fim de tarde.

A praça onde esse letreiro está foi reformada com recursos que Sávio Souza Cruz viabilizou. E não foi só ela.

Uma história que começou lá atrás

“A presença do Sávio em Felixlândia vem lá da década de 1990, e nunca ficou só na sede: chegou em São José do Buriti e em comunidades como a Lagoa do Meio. Foi ele quem ajudou a garantir o asfalto que liga a entrada da cidade até a ponte da Feirinha, uma obra que mudou o acesso de quem vive naquela região. Foi ele quem atuou para destravar recursos que estavam retidos no Governo do Estado e fazer o dinheiro chegar aqui. E foi ele quem apoiou o esporte e as entidades da cidade, entre elas o asilo da Associação de São Vicente de Paulo, que recebeu inclusive um veículo para o atendimento dos idosos. Felixlândia já conhece esse trabalho. São décadas de parceria, presença e compromisso com a nossa gente, uma história que começou lá atrás e que ainda tem muito pela frente”, afirma Danilo, liderança de Felixlândia.

A cidade que se encontra na praça

Três praças, três anos seguidos. A Padre Félix, em 2020, com R$ 200 mil. A Clovis de Carvalho Barbosa, no bairro Buritis, em 2021, com R$ 270 mil. E a Coronel Efrem Epifânio, que todo mundo aqui chama de Frangaço, em 2022, com R$ 207 mil.

No meio disso vieram o calçamento das ruas e as luminárias de LED, com R$ 1 milhão destinados em 2021. Vieram as academias ao ar livre do Anchieta e da Lagoa do Meio. Veio o poço artesiano da Lagoa do Meio, que para quem mora lá não é obra, é água. E veio a ponte da Passinha, que é o acesso de quem precisa passar.

Aristóteles dizia que a cidade nasce para que as pessoas vivam, e existe para que elas vivam bem. Praça, iluminação e calçada não são enfeite. São a parte da cidade que pertence a quem não tem quintal em casa.

Sete escolas, e um professor que sabe o que falta numa sala de aula

Antes de qualquer mandato, Sávio deu aula por mais de vinte anos, no Colégio Santo Antônio e na Engenharia da PUC Minas. Quem passou pela sala de aula sabe de uma coisa que de fora não se enxerga: escola não funciona com discurso. Funciona com carteira, com mesa, com cozinha equipada e com ônibus que chega na hora.

Em Felixlândia foram sete escolas atendidas, três estaduais e quatro municipais. A Escola Estadual Padre José Gonçalves de Souza tem a série mais longa: equipamentos em 2014, kit completo de refeitório em 2020 e mobiliário em 2021. O mesmo kit de refeitório, com fogão industrial, geladeira, freezer e bebedouro, foi para o Cesec Humberto José Elias e para a escola de São José do Buriti. Em 2022, quatro escolas municipais receberam mobiliário e equipamentos: Renascer, Dona Maria Sofia, Antônio Joaquim Campos e Tereza da Costa Bravo. E chegaram três ônibus escolares.

Na Assembleia, Sávio foi coautor da emenda que garantiu o piso salarial nacional dos professores na Constituição de Minas. É a mesma linha que ele mantém há décadas na educação de Curvelo.

São José do Buriti

A maior entrega da educação em Felixlândia foi para o distrito: R$ 300 mil para ampliar a cozinha da escola, em 2023, atendendo a um pedido da comunidade e das lideranças de lá. Cozinha de escola em distrito não é detalhe de obra. É a refeição da criança que mora longe.

Saúde começa por ter como chegar

Numa cidade do tamanho da nossa, saúde começa por uma coisa simples: ter como chegar. Ambulância que sai na hora do aperto, carro para levar paciente, ônibus para a viagem de tratamento.

Foi por isso que Felixlândia recebeu ambulâncias, ônibus para a saúde e veículo para transporte de pacientes, além de custeio para o fundo municipal de saúde, R$ 150 mil em 2020 e R$ 400 mil em 2023, e mais R$ 283 mil para uma ambulância de grande porte.

Curvelo, e a viagem que não se faz mais

Mas tem uma coisa que ambulância nenhuma resolve: quando o exame de que a pessoa precisa não existe perto. Quem é de Felixlândia lembra do tempo em que um exame mais complexo significava pegar a estrada para Belo Horizonte ou Montes Claros. Um dia inteiro perdido, acompanhante dormindo fora, gente desistindo do tratamento por causa da distância.

Sávio Souza Cruz e Lucas Lasmar na Ressonancia Magnética
Sávio Souza Cruz e Lucas Lasmar na Ressonancia Magnética
Sávio Souza Cruz e Lucas Lasmar na Ressonancia Magnética

Como secretário de Estado de Saúde, Sávio tomou uma decisão: em vez de espalhar pouco recurso em muito lugar, concentrar em cidade-polo. Em Curvelo, aqui do lado, viabilizou a ampliação da hemodiálise e o acelerador linear do Instituto do Câncer, o único instalado em Minas naquela época. Depois, junto com o Lucas Lasmar, vieram a ressonância magnética e mais hemodiálise. O que era um dia de estrada virou a cidade vizinha.

Quem cuida de quem mais precisa

A APAE de Felixlândia recebeu R$ 100 mil de custeio em 2018 e um veículo em 2023. O asilo da Associação de São Vicente de Paulo, o Lar dos Idosos, ganhou um carro em 2017, que desde então leva e traz os idosos. E dois veículos foram para a assistência social do município em 2021, no atendimento às famílias que mais dependem do poder público.

Não é favor. É obrigação de quem foi eleito.

Estrada, feira e máquina na zona rural de Felixlândia

Foram 35 mata-burros nas estradas vicinais, entre 2018 e 2019, e 30 barracas para a feira livre, que é onde o pequeno produtor vende o que planta.

Em 2018, Sávio viabilizou a vinda da Feira de Piscicultura, o Feppishow, para Felixlândia. Chegaram ainda uma moto niveladora e um caminhão tanque cedidos pelo DEER, e uma caminhonete 4×4 para a prefeitura.

Felixlândia em números

Infraestrutura: R$ 1.847.483,06. Educação: R$ 685.000,00. Saúde: R$ 846.135,57. Assistência social: R$ 284.834,78. Recursos articulados com o senador Alexandre Silveira: R$ 500.000,00.

Total: mais de R$ 4,1 milhões, sem contar as ambulâncias, os ônibus, os carros e as máquinas que chegaram à cidade.

O que muda com Felixlândia no Congresso

Tudo isso foi feito com mandato de deputado estadual. No Congresso dá para fazer muito mais, e Sávio sabe onde está o gargalo.

Existe dinheiro federal que cidade pequena não acessa, porque para pleitear é preciso apresentar projeto, e prefeitura deste porte não tem engenheiro nem urbanista no quadro. Sávio é engenheiro e foi secretário de Planejamento. O compromisso é criar assistência técnica federal e fortalecer o consórcio entre municípios, para Felixlândia disputar recurso de igual para igual com cidade grande.

Na saúde, repasse estável para o hospital do interior, que muitas vezes é o único atendimento num raio de dezenas de quilômetros, e regulação de exames em tempo real, para ninguém mais viajar sem saber se tem vaga. Na educação, o piso do professor cumprido e escola com estrutura de verdade: obra, equipamento e internet.

“Em Felixlândia eu não apareci uma vez e fui embora. Enquanto tive mandato, voltei ano após ano, ajudando a transformar demanda da população em melhoria concreta. Porque é assim que eu acredito que um mandato deve funcionar: não basta visitar, tirar foto e prometer. É preciso voltar, ouvir e trabalhar”, afirma Sávio Souza Cruz.

Engenheiro e professor, Sávio Souza Cruz foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, cumpriu seis mandatos como deputado estadual, com mais de 212 leis aprovadas, e comandou quatro Secretarias de Estado em Minas Gerais: Saúde, Meio Ambiente, Planejamento e Recursos Humanos.

No dia 4 de outubro, Felixlândia decidese essa história continua. Sávio Souza Cruz, deputado federal, 1890.

Sávio souza Cruz Deputado Federal 1890