Tratamento do lixo continua na pauta das Comissões

Parceiras FormadasDurante as várias audiências públicas já realizadas neste semestre na ALMG para tratar da questão do tratamento devido aos animais, uma das ideias mais intensamente defendidas foi a de que os órgãos envolvidos devem trabalhar conjuntamente e somar forças. E isso não apenas em nível governamental. Sentiu-se também necessária a cooperação das entidades da sociedade civil e, ainda, o trabalho conjunto entre União, Estado e municípios, de tal sorte que todos tenham conhecimento da extensão dos problemas, todos contribuam com ideias para solução e todos assumam a parcela da responsabilidade que lhes couber.

A gestão da fauna demonstrou, pois, reclamar o estabelecimento de parcerias bem formadas. O mesmo pode ser dito acerca de outros dos desafios que enfrentamos. Nos anos de 2012 e 2013, por exemplo, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) e a Ouvidoria-Geral do Estado se uniram para ouvir profissionais de Engenharia em todo o Estado acerca dos problemas e soluções visualizados por eles em suas respectivas regiões. O resultado foi a elaboração de um conjunto de 1.248 propostas de intervenção nas áreas de produção de alimentos, rodovias, meio ambiente, urbanicidade e impacto das chuvas. As propostas foram entregues à ALMG no último dia 29 de maio, durante a abertura do Ciclo de Debates que examinará “A Contribuição das Engenharias para o Desenvolvimento do Estado”.

Já a ALMG, além de sua permanente abertura para a interlocução com a sociedade, veio a somar-se com a Prefeitura de Belo Horizonte para intervir efetivamente na requalificação da Praça Carlos Chagas (Praça da Assembleia), em Belo Horizonte. Depois de aprovado o projeto e licitada a obra, as intervenções tiveram início no último dia 2 de junho. O projeto de requalificação busca retratar o resultado de pesquisa que coletou cerca de 6 mil sugestões. Também foram ouvidos integrantes da Associação de Moradores do Bairro Santo Agostinho e membros da Cúria Metropolitana, à qual a Igreja Nossa Senhora de Fátima está vinculada.

Fica a pergunta: parcerias bem formadas são o caminho?